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IA: o que você precisa saber · 11 de 25

Riscos da IA nas empresas: o que avaliar antes de usar

A balança honesta, antes de qualquer decisão

Estratégia e Inovação Leitura de 1 minuto Por Jacson Senna · atualizado em 25 de setembro de 2026

Quem só ouve os entusiastas acha que a IA resolve tudo. Quem só ouve os céticos acha que ela é perigo puro. As duas versões custam caro. Melhor pôr os dois lados na mesma balança.

O que ela devolve

Num estudo publicado na Quarterly Journal of Economics, agentes de atendimento ao cliente que ganharam um assistente de IA resolveram, em média, 14% mais casos por hora. Entre os iniciantes, o ganho chegou a 34%. Além do tempo, a IA ajuda a padronizar respostas, acelerar o primeiro rascunho, apoiar quem é novo na função e liberar as pessoas para o que exige relacionamento e discernimento.

Do que ela precisa

A primeira necessidade é a conferência, porque a IA erra com segurança. Os dados pedem cuidado, porque o que você digita sai da sua empresa, e o orçamento deve prever um custo que cresce com o uso. É preciso ainda sinergia com a equipe, que pode ficar insegura, e atenção ao fornecedor, do qual você pode passar a depender.

Em julho de 2024, a Gartner previu que pelo menos 30% dos projetos de IA generativa seriam abandonados depois da fase de teste até o fim de 2025, por dados ruins, controle de risco fraco, custo em alta ou valor pouco claro. É uma previsão de analistas, mas as causas que ela lista são de gestão, e não de tecnologia.

A conta fecha quando o benefício é medido e o risco tem dono. Os próximos dois artigos tratam de cada lado, começando por como reduzir os riscos.

Fontes

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O passo a passo completo está no guia A Hora da IA

Os artigos dão a direção. O guia traz o método, as ferramentas e o plano dos primeiros 90 dias, com preço de lançamento até 31/10.

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